Mundo
"É uma questão de tempo". Depois do Irão Trump aponta para Cuba
O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a admitir que poderá assumir o controlo de Cuba, afirmando que "é uma questão de tempo".
Em declarações num evento com a equipa de futebol Inter Miami na Casa Branca, que tem jogadores cubanos, Trump disse que quer acabar primeiro com a guerra no Irão, mas depois "será apenas uma questão de tempo até que vocês e muitas outras pessoas regressem a Cuba".
"Queremos terminar isto primeiro", disse, referindo-se ao conflito no Irão.
O presidente norte-americano adiantou que Cuba “quer muito fechar um acordo".
Na passada sexta-feira, Donald Trump levantou a possibilidade de uma "tomada pacífica" de Cuba, adiantando que o secretário de Estado, Marco Rubio, estava a tratar do assunto a um "nível muito elevado".
"O Governo cubano está a falar connosco e está numa situação muito difícil", afirmou Trump à saída da Casa Branca para uma viagem ao Texas.
"Não têm dinheiro. Não têm nada agora, mas estão a falar connosco e talvez possamos assumir um controlo amigável de Cuba", acrescentou.
As relações entre os dois países têm-se deteriorado nos últimos meses e as declarações de Trump surgem num contexto de, por um lado, de grave crise económica em Cuba e, por outro, de tensão entre o Washington e Havana.
Cuba está a atravessar por uma grave crise energética devido ao bloqueio norte-americano ao petróleo e que está a afetar toda a cadeia económica do tabaco, que é um dos principais setores económicos, algo que é acentuado pelo embargo imposto pelos Estados Unidos em 1962.
"Queremos terminar isto primeiro", disse, referindo-se ao conflito no Irão.
O presidente norte-americano adiantou que Cuba “quer muito fechar um acordo".
Na passada sexta-feira, Donald Trump levantou a possibilidade de uma "tomada pacífica" de Cuba, adiantando que o secretário de Estado, Marco Rubio, estava a tratar do assunto a um "nível muito elevado".
"O Governo cubano está a falar connosco e está numa situação muito difícil", afirmou Trump à saída da Casa Branca para uma viagem ao Texas.
"Não têm dinheiro. Não têm nada agora, mas estão a falar connosco e talvez possamos assumir um controlo amigável de Cuba", acrescentou.
As relações entre os dois países têm-se deteriorado nos últimos meses e as declarações de Trump surgem num contexto de, por um lado, de grave crise económica em Cuba e, por outro, de tensão entre o Washington e Havana.
Cuba está a atravessar por uma grave crise energética devido ao bloqueio norte-americano ao petróleo e que está a afetar toda a cadeia económica do tabaco, que é um dos principais setores económicos, algo que é acentuado pelo embargo imposto pelos Estados Unidos em 1962.